
Foi uma noite memorável. Daquelas que a gente guarda na lembrança, para alimentar os sonhos, nutrir as esperanças e fortalecer as convicções. Éramos quase mil pessoas, durante o III Fórum de Teologia e Libertação, acontecido em Belém do Pará.
O tema inspirador “a vida da Terra a partir da Amazônia” foi contemplado com três olhares complementares. Para começar, uma breve exposição de Felício Pontes, jovem advogado e procurador da República no Estado do Pará. Felício tem se destacado pela defesa dos povos indígenas, dos ribeirinhos, dos rios e das matas, num contexto onde a lei é ditada pela violência e pelo poder econômico insano.
A seguir, veio a palestra de Marina Silva, ex-ministra do meio ambiente e atual senadora da república. Esta mulher, fisicamente frágil, se reveste de enorme vigor quando assume a bandeira da sustentabilidade com equidade social. Com um arsenal de dados inquestionáveis, mostrou como a Amazônia é importante para o equilíbrio ecológico do Brasil e do mundo. Usou uma imagem significativa: Mais do que o pulmão do mundo, a Amazônia é um dos seus rins. Graças à imensidão de rios e florestas, garante-se um enorme fluxo de águas que mantém o equilíbrio do ecossistema. Lembrou da enorme riqueza que significa para a humanidade a sua biodiversidade para a geração de riqueza e a evolução do conhecimento, sobretudo para o uso da indústria farmacêutica e cosmética. Recordou que a Amazônia não é somente floresta e rios, mas também os povos que aqui habitam e interagem com o ambiente.
Para terminar, escutamos a palavra de Leonardo Boff, o teólogo visionário que, desde o início da década de noventa, preconizou que a fé cristã engajada com a transformação do mundo deve incorporar a questão ecológica na espiritualidade, na reflexão e na sua prática. Anunciou profeticamente que devíamos escutar o grito da Terra e sentirmo-nos filhos dela, enquanto filhos de Deus.Tão importante quanto o conteúdo daquilo que transmitiram, Benício, Marina e Boff falaram pela sua presença. Eles são referências que estimulam a muitos. Pessoas que dão a vida pela causa da humanidade e do nosso planeta. Não se dobram diante da mesmice e das intimidações. São luzes que se juntam a todas outras, neste momento em que Belém do Pará se transforma no coração do mundo. Este mundo que geme, espera e luta por mudanças.
O tema inspirador “a vida da Terra a partir da Amazônia” foi contemplado com três olhares complementares. Para começar, uma breve exposição de Felício Pontes, jovem advogado e procurador da República no Estado do Pará. Felício tem se destacado pela defesa dos povos indígenas, dos ribeirinhos, dos rios e das matas, num contexto onde a lei é ditada pela violência e pelo poder econômico insano.
A seguir, veio a palestra de Marina Silva, ex-ministra do meio ambiente e atual senadora da república. Esta mulher, fisicamente frágil, se reveste de enorme vigor quando assume a bandeira da sustentabilidade com equidade social. Com um arsenal de dados inquestionáveis, mostrou como a Amazônia é importante para o equilíbrio ecológico do Brasil e do mundo. Usou uma imagem significativa: Mais do que o pulmão do mundo, a Amazônia é um dos seus rins. Graças à imensidão de rios e florestas, garante-se um enorme fluxo de águas que mantém o equilíbrio do ecossistema. Lembrou da enorme riqueza que significa para a humanidade a sua biodiversidade para a geração de riqueza e a evolução do conhecimento, sobretudo para o uso da indústria farmacêutica e cosmética. Recordou que a Amazônia não é somente floresta e rios, mas também os povos que aqui habitam e interagem com o ambiente.
Para terminar, escutamos a palavra de Leonardo Boff, o teólogo visionário que, desde o início da década de noventa, preconizou que a fé cristã engajada com a transformação do mundo deve incorporar a questão ecológica na espiritualidade, na reflexão e na sua prática. Anunciou profeticamente que devíamos escutar o grito da Terra e sentirmo-nos filhos dela, enquanto filhos de Deus.Tão importante quanto o conteúdo daquilo que transmitiram, Benício, Marina e Boff falaram pela sua presença. Eles são referências que estimulam a muitos. Pessoas que dão a vida pela causa da humanidade e do nosso planeta. Não se dobram diante da mesmice e das intimidações. São luzes que se juntam a todas outras, neste momento em que Belém do Pará se transforma no coração do mundo. Este mundo que geme, espera e luta por mudanças.